terça-feira, 14 de junho de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
Saiba como a internet das coisas muda o nosso dia a dia
É fim de tarde e você está dirigindo para casa, tranquilo voltando do
trabalho.
Um sinal na tela multimídia do seu veículo lhe informa que
você deve passar no supermercado no caminho e comprar mais leite.
O aviso foi enviado pela Lucy, a central de gerenciamento da sua
casa, que, integrada à sua geladeira já sabe o que você precisa comprar.
Esta central está ligada ao GPS do seu carro, que localiza um
supermercado no caminho do seu trabalho para casa.
Após fazer as compras você se aproxima do caixa, saca seu celular e
efetua o pagamento através de um aplicativo que substitui sua carteira.
Parece um filme de ficção? Sim. Mas a tecnologia que torna esta cena
de hollywood possível já existe. Não uma tecnologia, mas várias,
interligadas pela internet em todas as coisas.
Internet das Coisas é um conceito criado para a revolução tecnológica
dos itens interconectados. Todos aqueles itens usados no dia a dia que
estão imersos na rede mundial de computadores.
Ainda não entendeu?
São todos aqueles dispositivos conectados à internet. Mas, não se
limite aos smartphones e computadores, porque hoje existem incontáveis
utensílios que são conectados – eletrodomésticos, tênis e roupas, meios
de transporte e até mesmo cadeados.
O objetivo de implantar rede de internet em utensílios do dia a dia é
para que aconteça a fusão do mundo físico e o digital, fazendo com que
tudo que estiver conectado se comuniquem um com o outro, seguindo o
mesmo conceito dos data centers e nuvens.
Ótimos exemplos de aparelhos recentemente lançados com o total
conceito de Internet das Coisas: Google Glass e relógios inteligentes.
De onde surgiu a ideia?
Foi em 1991 que começou a discussão sobre a conexão de objetos,
quando a conexão de TCP/IP e a Internet que conhecemos começou a se
tonar acessível. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, foi a cabeça
pensante por de trás da ideia de conectar várias redes e dispositivos.
E foi em 1999 que Kevin Ashton, do MIT, propôs o termo “Internet das Coisas” após dez anos de estudo e projetos, escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal, e a partir dai o termo se popularizou.
Segundo Ashton, a falta de tempo na rotina das pessoas fará com que
necessitem se conectar a internet de várias maneiras. Com a mobilidade e
tecnologia avançando, será possível acumular dados e até o movimento
dos corpos com precisão.
Esses registros poderão servir para otimizar e economizar recursos naturais e energéticos, por exemplo, além de infinitas facilidades pessoais e de saúde. No ano passado, o mercado brasileiro de aparelhos conectados na internet movimentou em torno de US$ 2 bilhões , de acordo com o IDC.
A internet das coisas vem com o intuito de facilitar e organizar
tarefas do dia a dia e se torna cada vez mais acessível graças a
disseminação da banda larga móvel para todos os públicos e da redução
dos preços dos chips de celular.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Bem-vindo à Era Cognitiva - Conheça o IBM Watson
Isso nos permite fazer coisas que nunca fizemos: superar os obstáculos que costumavam nos parar, reconhecer doenças antes mesmo que os pacientes apresentem sintomas, prever tendências antes que elas sejam moda, responder a perguntas antes mesmo delas serem feitas.
É a era cognitiva, e o IBM Watson está aqui para nos ajudar em vários setores. Ele é projetado para entender, raciocinar e aprender; em certo modo, para pensar.
Assista o vídeo e conheça o futuro da era cognitiva:
quarta-feira, 2 de março de 2016
Entenda porque o Big Data é o petróleo do século 21
“A informação é o petróleo do século 21 e a
análise é o motor a combustão”, disse Peter Sondergaard, da Gartner Research.
Levada em conta toda a informação gerada diariamente a análise faz todo o
sentido. Isso porque sem saber como utilizar os dados e como vão impactar não
há a menor razão de existir. É preciso botar ordem a partir do caos para mudar
alguma coisa.
Por isso, com análise correta, o chamado Big Data
pode levar a novos entendimentos do comportamento dos consumidores, melhor
gestão de decisões gerenciais e de risco, e mais inovações. Entretanto, há
grandes desafios em fazer uso de tanta informação.
Big Data segundo a Wikipedia é: termo amplo para
conjuntos de dados muito grandes ou complexos que aplicativos de processamento
de dados tradicionais são insuficientes. E os desafios incluem análise,
captura, curadoria de dados, pesquisa, compartilhamento, armazenamento,
transferência, visualização e informações sobre privacidade.
A IBM estima que todo dia 2.5 quintilhões de
bytes de dados são criados.
- Isso é tanto que 90% do total de dados do mundo
foi gerado nos últimos dois anos.
- 2.5 quintilhões de bytes são o equivalente a 2.500.000 de discos rígidos sendo preenchidos todos os dias
- Entretanto isso é apenas o começo do panorama de dados moderno, já que a taxa de criação de dados e sua replicação esta acelerando em uma taxa exponencial.
- 2.5 quintilhões de bytes são o equivalente a 2.500.000 de discos rígidos sendo preenchidos todos os dias
- Entretanto isso é apenas o começo do panorama de dados moderno, já que a taxa de criação de dados e sua replicação esta acelerando em uma taxa exponencial.
E de onde vem todos esses dados?
-Arquivos: documentos digitalizados e arquivos trocados entre organizações e consumidores
-Web publica: Governo, econômico, sensos, e outras fontes de dados publicadas.
-Media Social: Twitter, LinkedIn, Facebook, YouTube e Slideshare
-Documentos: Email, Word, Excel, PDF, PPT, HTML e dados puros em texto
-App de negócios: Gestão de Projetos, HR, marketing e dados de CRM
-Log de maquinário: logs e eventos, dados de servidores e logs de aplicativos
-Media: Imagens, vídeo, infográficos, podcasts e transmissões ao vivo
-Dados de sensores: equipamentos médicos, geolocalização, vigilância, motores elétricos inteligentes e internet industrial
-Arquivos: documentos digitalizados e arquivos trocados entre organizações e consumidores
-Web publica: Governo, econômico, sensos, e outras fontes de dados publicadas.
-Media Social: Twitter, LinkedIn, Facebook, YouTube e Slideshare
-Documentos: Email, Word, Excel, PDF, PPT, HTML e dados puros em texto
-App de negócios: Gestão de Projetos, HR, marketing e dados de CRM
-Log de maquinário: logs e eventos, dados de servidores e logs de aplicativos
-Media: Imagens, vídeo, infográficos, podcasts e transmissões ao vivo
-Dados de sensores: equipamentos médicos, geolocalização, vigilância, motores elétricos inteligentes e internet industrial
Para se ter uma ideia do desafio que o Big Data
impõe, abaixo uma lista do que é criado a cada minuto no mundo:
-2.5 milhões de compartilhamentos no Facebook
-72 horas de videos enviados para o YouTube
- 4 milhões de pesquisas no Google
- 300.000 mensagens enviadas pelo Twitter (Tweets)
- 200 milhões de emails enviados
Aqui seguem exemplos de como as empresas podem se
beneficiar pelo uso correto do Big Data:
- Macys: ajuste de preço de 73 milhões de itens em tempo real se baseando na demanda e no estoque.
- Macys: ajuste de preço de 73 milhões de itens em tempo real se baseando na demanda e no estoque.
- Walmart: a última ferramenta de pesquisa para o
site inclui dados semânticos se baseando em análise de texto, aprendizado
mecânico e até mineração de sinônimos para produzir resultados de pesquisa relevantes.
Walmart informa que isso fez com que os compradores online aumentassem entre
10% e 15%, o que levou a um aumento na receita de bilhões de dólares.
- Departamentos de policia de Los Angeles e Santa
Cruz: usando um algoritmo de previsão de terremotos ajustado e alimentado com
dados de crimes os departamentos podem prever onde um novo crime irá ocorrer
com a precisão de até 46,45 metros quadrados. Com isso em Los Angeles houve uma
redução de 33% em roubos e 21% em crimes violentos nas áreas em que o software
esta sendo utilizado.
-American Express: inicialmente procurando por
indicadores que poderiam levar a prever a lealdade e desenvolvendo modelos
sofisticados para analisar os históricos de transações para prever
mudanças bruscas, a empresa lançou um programa piloto na Austrália e conseguiu
identificar 24% das contas no país que irão ser encerradas dentro dos próximos
quatro meses.
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